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Como juntar dinheiro para comprar um imóvel? Guia básico em cinco passos

14 de janeiro de 2021

Reunir finanças para realizar o sonho da moradia própria é um assunto que pode desanimar. Porém, tratando-o com prioridade, é possível se organizar e atingir essa realização única. Isso envolve mais do que guardar dinheiro: quitar dívidas, dispensar gastos desnecessários e fazer seu fundo render são partes importantes. Confira este guia rápido!

Sair do aluguel é mais do que uma questão de escolha. É, principalmente, de organização financeira. Seja qual for a maneira como você for negociar a compra do seu próprio lar, você estará se responsabilizando com uma quantia, que dividirá em parcelas, ou não. Dependendo da sua situação atual, essa responsabilidade pode parecer impraticável. Mas, enquanto você tratar esse objetivo como algo distante e impossível para o momento, você dificilmente conseguirá juntar dinheiro para comprar seu imóvel. 

Como posso juntar dinheiro para comprar meu imóvel?

Ao ter em mente o desejo de adquirir um imóvel, tratando-o como prioridade, você pode começar a se organizar agora. Isso, é claro, envolve a ação de juntar dinheiro. Mesmo programas de financiamento mais acessíveis, como o da Caixa (antigo Minha Casa, Minha Vida), pedem um valor de entrada. Mas, chegar nele é mais do que guardar o que sobra no final do mês. É fazer o caminho de resolver dívidas pendentes, até seu dinheiro render e você perceber o quanto do seu patrimônio você poderá utilizar na compra. Neste texto, apresentamos um guia rápido sobre o processo que envolve o compromisso de juntar dinheiro para que você possa realizar seu sonho. Não há outro jeito: para comprar a moradia própria, é preciso tratá-la como plano principal e objetivo de vida. A partir daí, você começa – e percorre os cinco passos a seguir.

1) Comece quitando algumas dívidas

Suas pendências financeiras talvez sejam justamente os maiores motivos para que você pense que sair do aluguel é algo inviável. Compras parceladas, faturas pesadas do cartão de crédito e eventuais dívidas são inevitáveis, principalmente em tempos de recessão econômica (ainda mais quando temos uma pandemia em jogo). Portanto, quando você quiser colocar a moradia própria como prioridade, prepare-se para se livrar dessas contas.

Tome seu tempo: não se obrigue a quitar todas de uma vez. Ao passo que você vai resolvendo o que está pendente, além de ir liberando dinheiro para usar no futuro, você estará aumentando seu score no Serasa – fator fundamental para que você tenha mais chances de conseguir um bom financiamento imobiliário. É a partir disso, também, que você terá espaço para se reorganizar financeiramente e começará a juntar dinheiro para comprar seu tão sonhado imóvel.

2) Dispense gastos desnecessários

Aqui, um aprendizado de autocontrole para levar para a vida. Você já colocou na ponta do lápis seus gastos realmente essenciais do mês? Além da suas contas básicas (aluguel, luz, internet), já fez uma média do quanto gasta com comida e transporte? Se você já sabe mais ou menos quanto você pode gastar, temos outra pergunta: é possível diminuir esses valores?

Alguns cuidados, como evitar desperdícios na alimentação, economizar na locomoção quando possível e claro, deixar de comprar produtos por impulso, fazem uma grande diferença no total gasto no mês. Um exemplo clássico: aquela roupa que você viu no shopping, levou para casa e acabou usando pouco. Portanto, lembre-se: você tem um grande objetivo em vista. Para torná-lo realidade, alguns sacrifícios iniciais são necessários para evitar gastos desnecessários. Com o tempo, eles deixam de ser sacrifícios e demonstram sua maior vantagem: você começa a guardar dinheiro.

3) Crie um fundo financeiro

O hábito de guardar dinheiro não deve ser encarado como um bicho de sete cabeças. Primeiro, lembre-se: qualquer dinheiro é dinheiro guardado. Não é fácil ter essa prática e afinal, estamos vivendo um momento de crise. Mas, de pequena em pequena quantia, um acumulado vai se formando e o costume se fixando no seu estilo de vida.

Para ter a certeza de que você não irá gastar o que guardou, é fundamental que você separe um fundo para preservar os valores que você recolheu e não cair na tentação de comprar o que não precisava. Alguns bancos digitais inclusive oferecem a função automática de separar valores, para fundos com uma boa taxa de rendimento. Assim, você vai juntar dinheiro para comprar seu imóvel de uma forma rentável. Sobre isso, falaremos mais no próximo passo.

4) Aplique seu dinheiro para fazê-lo render

Quando se fala em guardar dinheiro, a primeira palavra que pode vir à cabeça é ‘poupança’. Utilizamos, afinal, o verbo poupar no nosso vocabulário. O que muitos podem não saber é que ‘Poupança’ também é, literalmente, uma opção de fundo que bancos oferecem  – a qual é muito pouco vantajosa. 

Aplicar o dinheiro que você está poupando em um fundo não é apenas uma questão de guardar, mas também de ver seu dinheiro render. Ao deixar ele parado, as instituições financeiras retornam para você uma pequena porcentagem de juros sobre o valor. A taxa da poupança é comprovadamente bastante pequena se posta em comparação a outros fundos de investimento. Existem opções melhores, como CDBs, igualmente seguras para realizar aplicações. Procure conversar com um economista de confiança, ou com o próprio profissional que costuma atender você no banco.

5) Perceba se você pode utilizar valores do seu patrimônio

O último passo que trazemos aqui é para que você observe suas conquistas e reconheça elas como uma possibilidade para seguir em frente com o objetivo da compra do seu imóvel. Todos nós temos um patrimônio: nossa conta, nossos bens pessoais, um automóvel. Pode parecer simplória, mas a dica de se desfazer do que não tem mais tanta importância é uma maneira direta de reunir mais dinheiro. Perceba o que você pode vender e deixe para trás, para ir em direção ao futuro.

 Mas, mais do que isso, existem outros meios não tão conhecidos para você resgatar seu patrimônio e transformá-lo em dinheiro para investir. Você pode utilizar o próprio FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na compra do imóvel. Se você tem direito a ele, saiba como fazer isso clicando aqui.

Observação importante: os cinco passos apresentados são um aprendizado contínuo de educação financeira, mas não deixe nenhum de lado. Mantenha esses costumes simultaneamente: esteja sempre analisando suas condições financeiras, seu orçamento e seus gastos do mês e seus fundos de investimento. Assim, você terá mais noção do seu perfil como consumidor, entendendo melhor sobre como você se organiza, para enfim se comprometer com a compra de um imóvel com as condições de negociação mais adequadas para você.

Consegui juntar dinheiro para comprar meu imóvel! E agora?

Não há um momento certo que define a hora de sair do aluguel e comprar um imóvel. Isso dependerá do seu sentimento, da sua organização e vontade de realizar esse sonho. Quando você se sentir pronto para embarcar nessa, busque por opções baseadas na qualidade, no custo-benefício e na possibilidade. Encontre uma empresa que proporcione opções diversas de negociação, como por exemplo, financiando um imóvel na planta pelo Programa Minha Casa, Minha Vida.

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